Aeroportos de Garanhuns e Serra Talhada serão operados pela GRU Airport e receberão investimento de R$ 62 milhões
16/04/2026
(Foto: Reprodução) Aeroporto de Garanhuns
Reprodução
O Aeroporto de Garanhuns, no Agreste de Pernambuco, e Serra Talhada, no Sertão, serão operados pela concessionária GRU Airport e receberão um investimento que somado chega a R$ 62,6 milhões. A informação foi divulgada pelo Ministério de Portos e Aeroportos, após assinatura de termo aditivo que incluiu outros 10 aeroportos regionais do Nordeste e da Amazônio Legal no contrato.
A GRU Airport é a concessionária responsável por administrar o Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo. De acordo com o ministério, os equipamentos foram arrematados em leilão da primeira rodada do programa AmpliAR, realizado em novembro de 2025.
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A iniciativa tem como objetivo fortalecer a aviação regional, ampliar a conectividade aérea e impulsionar o desenvolvimento econômico em áreas estratégicas do país.
A nova etapa da concessão prevê R$ 731,6 milhões em investimentos, sendo cerca de R$ 630 milhões destinados à modernização da infraestrutura dos 12 aeroportos. Estão previstas intervenções em pistas, pátios e terminais de passageiros, com foco na elevação dos padrões de segurança, eficiência operacional e qualidade dos serviços.
“Quando falamos em concessões, não estamos tratando apenas de limitações orçamentárias do Estado, mas de uma solução estruturante: ela amplia a eficiência, melhora a logística nacional e gera emprego e oportunidades em todas as regiões do país”, afirmou Tomé Franca, ministro de Portos e Aeroportos.
De acordo com a pasta, o aeroporto de Garanhuns receberá um investimento de R$ 22,1 milhões. Serão ampliados o pátio e o terminal, além da construção de área de segurança situada no final da pista de pouso e decolagem, área identificada por “RESA”.
Em Serra Talhada, no Sertão, o investimento é de R$ 40,5 milhões, e prevê ampliação do pátio, terminal e estacionamento.
O diretor executivo da ABR Aeroportos do Brasil, Tiago Bonvini, também enfatizou os impactos do modelo. “A assinatura do termo aditivo materializa um princípio central para o setor, a capacidade da iniciativa privada de promover ganhos concretos em infraestrutura e na qualidade dos serviços aeroportuários. Nos últimos anos, o modelo de concessões tem elevado o padrão dos aeroportos e transformado a experiência dos usuários”, afirmou.